Ryanair "agradece" com rosas a greve da TAP - Expresso
Já dizia Inês de Castro: "são rosas, meu senhor". Mas neste caso o sucesso da Rynair não se deve a nenhum milagre, pelo contrário. Deve-se a muito trabalho e dedicação.
Mais uma situação insólita no panorama nacional. Desta feita, a Ryanair enviou um buque de 10 rosas ao Sindicato Nacional de Aviação Civil, depois de este ter decretado mais uma greve de 10 dias. Ora, é uma rosa por cada dia de greve, mas para a companhia irlandesa representa muito mais que isso. São milhões de euros em receitas durante o período. Já para a TAP e segundo estimativas da própria companhia esta nova greve de 10 dias, irá custar aos cofres da companhia aérea portuguesa cerca de 50 MILHÕES de Euros. Para além deste valor, irá custar, mais uma vez, uma redução imagem e na confiança dos consumidores na TAP.
Em tempos de crise, pede-se aos sindicatos que haja bom senso quando se convocam greves, pois o direito constitucional à greve tem sido, nos últimos anos prostituído pelos diversos sindicatos nacionais. A greve deve ser adoptada como último recurso e apenas em situações excepcionais. Quando usada de forma avulsa os efeitos que causa só são nefastos para as empresas e, em última análise, para os próprios trabalhadores.
Esta situação assume contornos mais graves quando a companhia aérea nacional apresenta prejuízos significativos e quando os tripulantes da TAP têm salários e outras regalias muito superiores aos das companhias low cost.
Daniel de Carvalho, da Ryanair afirma: "Colocámos estes dinossauros do SNPVAC no topo da nossa lista de envio de cartões de Natal pelos seus contínuos esforços em encorajar os passageiros da TAP a mudar para o serviço sem greve e de tarifas baixas da Ryanair. Pensamos que o SNPVAC é um sindicato tristemente equivocado e iludido".
Mais uma situação insólita no panorama nacional. Desta feita, a Ryanair enviou um buque de 10 rosas ao Sindicato Nacional de Aviação Civil, depois de este ter decretado mais uma greve de 10 dias. Ora, é uma rosa por cada dia de greve, mas para a companhia irlandesa representa muito mais que isso. São milhões de euros em receitas durante o período. Já para a TAP e segundo estimativas da própria companhia esta nova greve de 10 dias, irá custar aos cofres da companhia aérea portuguesa cerca de 50 MILHÕES de Euros. Para além deste valor, irá custar, mais uma vez, uma redução imagem e na confiança dos consumidores na TAP.
Em tempos de crise, pede-se aos sindicatos que haja bom senso quando se convocam greves, pois o direito constitucional à greve tem sido, nos últimos anos prostituído pelos diversos sindicatos nacionais. A greve deve ser adoptada como último recurso e apenas em situações excepcionais. Quando usada de forma avulsa os efeitos que causa só são nefastos para as empresas e, em última análise, para os próprios trabalhadores.
Esta situação assume contornos mais graves quando a companhia aérea nacional apresenta prejuízos significativos e quando os tripulantes da TAP têm salários e outras regalias muito superiores aos das companhias low cost.



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