A revista Time considerou como "Figura do Ano" o "Manifestante" (The Protestor).
De facto o ano ficou marcado por uma série de protesto, uns mais violentos que outros, dos Estados-Unidos, à Europa, com principal destaque para a Grécia, Itáloia e Espanha, passando por África e pelo Médio Oriente, com casos como a Líbia, Marrocos, Argélia, Tunísia, Egipto ou Síria, e na Ásia, em países como Austrália, Nova Zelândia, Japão e até alguns "tímidos" protestos na China.

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ResponderEliminartímidos na china... claro. a ofensiva neoliberal não deixa ver o quão tímidos NÃO são. vamos esperar até o proletariado atingir o limite elástico. geologicamente está provado, a energia acumula acumula acumula... até parar de acumular. o capitalismo há-de cair.
ResponderEliminare começa tudo nas massas, com alguma sorte, toda esta conjuntura levará ao fim deste imperialismo, e mudaremos as estruturas e a ordem perversa com que este mundo é controlado há 300 anos. haverá consciencialização de vanguarda e aí sim, justiça e igualdade, democracia verdadeira e centralismo democrático.